
Não sentia-se presa dessa vez,
era como se enfim fosse dona de sí.
Esperava pela sorte que tirara,
mas que não vinha pela ausência de fé que tinha.
Era ela e suas frases de cabeceira,
pertencia ao seu café, suas pastas e teorias,
aquilo era o conforto o qual chamara, liberdade.
Parecia triste ,mas não,ela amava as pessoas e suas vertentes.
Estava sempre pronta a dividir o banco,
o sofá...
os desejos...
Pela primeira vez só dependia de seus sentidos,
o gosto de poder escolher era apenas o necessário.
Ainda havia aqueles arrepios, frios e sensações tonteantes..
mas dessa vez ela desistiu de controla-los,
viu o prazer de ser quem a tanto tempo o medo lhe impedia.
liberdade....solidão.
ResponderExcluircaminha juntos.
Um texto denso, cheio de imagens, me deu angustia ao ler.
muito bom!