
Em nossas mãos todas as possibilidades de descubrir aquilo que nos é vendado a princípio. Em nossas mentes toda luz da tolerância; Uma faísca de temor por precaução; Todas, muitas e muitas, infinitas dúvidas lindas e intermináveis. Em nosso próximo, em nosso meio, todas as respostas, não mais, nem mais além. Em nossos olhos a ausência de vendas, e aquele que vê tem por obrigação presentear os outros com as cores da vida. Em nossos ossos um pouco de história, em nossos relatos um pouco de heroísmo, mas em nossas heranças naturais toda a nossa sensibilidade - ou a falta dela-. Em nossas palavras,sutaques;Em nossas próles, cores; Em nossas músicas, cultura; Em nossos Eus, nós.
Não menos de sí. Só um pouco mais de nós.
escreve muito bem (:
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